Obrigatoriedade de ajudar


Não gosto quando confundem disponibilidade para ajudar com obrigatoriedade de ajudar.

As organizações, as empresas, são feitas de regras, procedimentos e não gosto que a “disponibilidade” obrigatória passe a ser a regra e mais do que isso, que seja uma forma de dar a volta à regra, transformando-a numa farsa.

Não gosto de dizer sim, quando a palavra é não.

Não gosto de ser obrigada a nada e afirmo isso, alto e bom som, para quem queira e não queira ouvir.

Não gosto quando sinto que aquilo em que acredito é afinal uma farsa.

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Autor: Carla Espada

Sou uma pessoa observadora, curiosa com o que se passa à sua volta

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